- Preço médio = (custo total) / (quantidade).
- Registre aportes, compras e vendas; some taxas se houver.
- Use metas e rebalanceamento para decidir o próximo aporte.
- Evite “caçar preço”: foco em disciplina e alocação.
Passo a passo
1) Registrar cada aporte
Anote valor investido, quantidade e data. Inclua taxas se aplicável.
2) Calcular preço médio
Some todos os custos de compra e divida pela quantidade atual. Em vendas, desconte a fração vendida do custo.
3) Conferir metas e desvios
Use metas por classe (/guias/rebalanceamento-por-classes/) para priorizar onde aportar.
Exemplo numérico simples
Compra 1: R$ 1.000 em 50 unidades → custo médio R$ 20,00.
Compra 2: R$ 600 em 20 unidades → custo médio novo = (1.000+600)/(50+20) = R$ 22,86.
Se vender 10 unidades a R$ 25, ajuste a quantidade e, se preferir, a fração do custo proporcional.
Como interpretar
Preço médio não é meta de saída. Use-o para entender se um novo aporte reduz ou aumenta seu custo e para comparar com preço-teto.
Erros comuns
- Ignorar taxas/custos e subestimar o preço médio.
- Confundir preço médio com preço de mercado ou alvo.
- Não atualizar após vendas ou splits.
Checklist rápido
- Anotar todo aporte/compra/venda.
- Recalcular preço médio após cada movimento.
- Comparar com seu preço-teto (/guias/preco-teto-gordon-peg/).
- Usar metas por classe (/guias/rebalanceamento-por-classes/).
- Revisar proventos a receber (/recursos/proventos/).
Como usar no Carteira Falcão
- Registrar aportes e ver o preço médio atualizado automaticamente.
- Cruzar com metas/rebalanceamento para decidir o próximo aporte.
- Consultar glossário: preço médio, aporte, preço-teto, dividend yield.
Leia também: Controle de carteira · Rebalanceamento · Preço-teto · Glossário