Resumo em 60 segundos
- Escolha classes (ex.: ações, FIIs, ETFs, renda fixa).
- Defina targets (%). Ex.: 50/30/20.
- Revise por tempo ou por desvio.
- Use aportes para corrigir antes de vender.
Passo a passo
1) Definir classes e targets
Comece simples (3–4 classes). Regra prática: combine risco e liquidez.
2) Medir desvio
Compare % atual vs meta. Desvio absoluto (pp) ou relativo (%) funcionam.
3) Corrigir com aportes
Priorize classes abaixo do alvo. Venda só se desvio for grande ou plano mudar.
Exemplo numérico
Meta: Ações 50%, FIIs 30%, ETFs 20%.
Carteira atual: Ações 58%, FIIs 26%, ETFs 16%.
Próximo aporte: direcionar mais para FIIs e ETFs até reduzir o desvio; evitar comprar mais ações até voltar perto do alvo.
Erros comuns
- Ter alvos demais (complexidade). Comece simples.
- Rebalancear toda semana por ansiedade.
- Ignorar custos/impostos ao vender.
Checklist
- Definir classes e targets.
- Calcular % atual por classe.
- Escolher regra: tempo ou desvio.
- Planejar aportes para corrigir.
- Revisar proventos a receber (/recursos/proventos/).
- Reavaliar targets se perfil mudar.
Como usar no Carteira Falcão
- Registrar metas por classe e acompanhar desvios.
- Usar rebalanceamento por classes (/guias/rebalanceamento-por-classes/).
- Consultar glossário: diversificação, metas por classe, rebalanceamento, preço-teto.
Leia também: Guia de rebalanceamento · Controle de carteira · Glossário
Perguntas frequentes
Comece com poucas (3–4).
Alinhe a risco, liquidez e objetivos.
Ambos funcionam; escolha o que você mantém.
Tente corrigir com aportes antes.
Direcione para classes abaixo do alvo.
Pode usar metas largas e rebalancear menos.
Não, é ferramenta de organização.
Sim, metas podem incluir classes de FIIs/ETFs.
Revise só quando perfil ou renda mudarem.
Ansiedade de rebalancear em qualquer oscilação.